Determinada e multifacetada, São Alegre lidera um espaço esotérico dedicado à comercialização de produtos naturais e suplementos em Sintra, a Ervanária C.H.A.C.A, com presença também em Mem Martins, Cacém e na Madeira, no Caniço.
Para além da loja física, desenvolve consultas de Tarot e terapias quânticas, bem como aulas e workshops nas áreas de radiestesia, radiónica e reiki, num percurso de vida marcado pela diversidade de projetos e pela dedicação às terapias holísticas.
Ao longo dos anos, investiu em diversas formações e especializações nestas áreas, consolidando uma atividade profissional que conjuga conhecimento técnico com uma abordagem espiritual. Assume-se como empreendedora e destaca uma trajetória pautada pela resiliência. Recorda que, desde cedo, revelou uma personalidade intuitiva e fora dos padrões convencionais, tendo iniciado práticas meditativas ainda na infância.
O mais recente projeto, “Roteiro Iniciático”, propõe uma experiência terapêutica e formativa a bordo do veleiro “Botafogo”, com realização prevista para setembro e outubro. O programa contempla oito dias de atividades na Madeira e em Porto Santo, com visitas a locais considerados iniciáticos e momentos dedicados à aprendizagem, ao desenvolvimento pessoal e a práticas como mindfulness. Segundo a responsável, a iniciativa pretende promover experiências de consciencialização e ligação espiritual, combinando férias, formação e trabalho interior.
“Uma mulher é a arquitetura da sociedade, a construtora de famílias, a protetora da cultura e a guardiã dos valores. É a força que move o mundo, a inspiração que ilumina o caminha. Quero Lembrar-te que tu és uma obra-prima, uma criação única e valiosa. Ergue-te e brilha!” — São Alegre
Sobre o papel das mulheres na sociedade contemporânea, São Alegre reconhece avanços na igualdade de direitos, mas considera que persistem desigualdades. “Ainda vivemos numa sociedade em que a mulher é manipulada e por ser diferente”, argumenta São Alegre lembrando que “em determinados lugares do mundo, uns mais do que outros, as mulheres ainda são tratadas como escravas e sem direitos”.
Na sociedade ocidental, “há muitas melhorias, mas ainda falta muito para a mulher ser reconhecida pelo seu trabalho e capacidade. Cada vez mais as mulheres têm que se apoiar umas às outras, em vez de se criticarem”, sublinha em jeito de mensagem.










