A Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML) esclareceu esta segunda-feira que ainda não existem conclusões oficiais sobre as causas do acidente ocorrido, há uma semana, no terminal rodoviário de Agualva-Cacém, que provocou a morte de duas pessoas e fez 20 feridos.

Em comunicado, a entidade gestora da marca Carris Metropolitana refere que a investigação continua a ser conduzida pelas autoridades competentes, contando com a colaboração da Viação Alvorada, operador responsável pela exploração do serviço naquela área, em articulação com a TML.

A empresa sublinha que, desde o primeiro momento, a prioridade tem sido o acompanhamento das vítimas e dos respetivos familiares, assegurando que o apoio necessário tem sido prestado às pessoas diretamente afetadas pela tragédia, em coordenação com a Viação Alvorada, a Câmara Municipal de Sintra e a Proteção Civil.

Segundo a TML, mantém-se igualmente o acompanhamento psicológico e o apoio considerado necessário às vítimas, aos familiares das duas mulheres que perderam a vida, aos feridos e aos trabalhadores diretamente envolvidos no acidente.

A transportadora reafirma ainda que continuará disponível para prestar todo o apoio que esteja ao seu alcance, no âmbito das suas competências.

Recorde-se que o acidente ocorreu na manhã de 7 de julho, na Rua Elias Garcia, junto ao terminal rodoviário e à estação ferroviária de Agualva-Cacém, quando um autocarro se despistou e atropelou vários peões. O acidente provocou a morte de duas mulheres e deixou 20 feridos, mobilizando um elevado dispositivo de socorro e originando a abertura de uma investigação para apurar as causas da ocorrência.