Portugal deverá registar chuvas muito intensas e rajadas fortes a partir de sexta-feira, com o auge da depressão previsto para sábado. No domingo, dia das eleições presidenciais, espera-se uma trégua nas condições meteorológicas.
Após os impactos das depressões Kristin e Leonardo, a precipitação deve prolongar-se até domingo, mantendo elevado o risco de cheias e inundações em diversas regiões. Na bacia do Tejo, especialmente na Margem Sul e na Área Metropolitana de Lisboa, o cenário é de agravamento da situação.
O Alentejo Litoral, Alto Alentejo e Algarve também enfrentam condições preocupantes, com destaque para o Alentejo, historicamente menos habituado a chuvas intensas.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê que os maiores acumulados de precipitação ocorram a sul do rio Tejo, incluindo a região da Grande Lisboa. No Alentejo e nas serras algarvias, os volumes podem atingir cerca de 60 mm em 24 horas, contribuindo para nova subida dos caudais de rios e ribeiras.
No domingo, durante o ato eleitoral, a previsão aponta para ausência de chuva na maior parte do dia, sendo possível precipitação apenas ao final da tarde, no período da contagem de votos.
A calma deverá manter-se na segunda-feira, mas novas condições meteorológicas adversas estão previstas para terça-feira.









