A Câmara de Sintra anunciou esta segunda-feira a delimitação de uma zona demarcada na Serra de Sintra, junto à Azóia, na sequência da deteção de Fusarium circinatum, uma praga florestal de quarentena que pode afetar várias espécies de pinheiros e a espécie Pseudotsuga menziesii.
A presença deste fungo pode provocar danos e mortalidade nas árvores, levando à adoção de medidas específicas de controlo e proteção na área afetada.
A zona demarcada é constituída por uma zona infetada e uma zona-tampão e será alvo de monitorização pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) durante um período mínimo de dois anos.
Durante o período de vigência da zona demarcada, está proibida a retirada de material lenhoso da área abrangida, exceto nas situações previstas na legislação em vigor e desde que sejam cumpridas as condições estabelecidas, nomeadamente no que diz respeito ao transporte e tratamento da madeira.

Os proprietários e gestores florestais abrangidos pela zona demarcada devem cumprir as medidas de proteção determinadas pelas autoridades. O incumprimento das regras poderá dar origem a responsabilidade contraordenacional, nos termos da legislação aplicável.
ICNF disponibiliza contactos para esclarecimentos
Para obter esclarecimentos adicionais, os interessados podem contactar a Divisão de Extensão e Competitividade Florestal (DECF), do Departamento Regional de Gestão e Valorização da Floresta de Lisboa e Vale do Tejo, do ICNF, através do telefone 243 306 530 ou do endereço de email dcnf.lvt@icnf.pt.
A Câmara de Sintra disponibiliza ainda o edital e a cartografia da zona demarcada, onde é possível consultar a delimitação da área abrangida.
Fotografia: PSML / arquivo









