Marco Almeida, presidente da Câmara Municipal de Sintra, fez um balanço dos primeiros 100 dias de mandato, marcado pela ação, proximidade com a população e recuperação de projetos estruturantes, reforçando a ideia de uma Sintra mais eficiente, participativa e preparada para os desafios futuros.
Nos primeiros 100 dias de presidência da Câmara Municipal de Sintra, Marco Almeida procurou imprimir “um novo ritmo à gestão municipal, assumindo como prioridade a recuperação do tempo perdido e a devolução do orgulho aos Sintrenses”. Um início de mandato marcado pela “proximidade com a população e pela determinação em desbloquear processos” que estavam parados há demasiado tempo.
O presidente da Câmara de Sintra sublinha o envolvimento e mobilização da sua equipa, “empenhada, competente e alinhada com a visão de um concelho mais eficiente, mais cuidado e mais ambicioso”, equipa, que tem trabalhado para “acelerar projetos estruturantes, melhorar serviços e reforçar a confiança dos Sintrenses na capacidade do município de responder aos desafios atuais”.
Sobre a forma de gestão, Marco Almeida explica que “temos uma máxima clara, ouvir, ver, discutir, analisar e decidir. É assim que trabalhamos por Sintra, um concelho onde os impostos dos Sintrenses servem para investir e não para ficar na gaveta”. Entre as ações concretas realizadas, “lançámos finalmente o processo para que a Circular Poente ao Cacém avance, demos ordem para a aquisição de habitações destinadas a reforçar o parque municipal e apoiar famílias Sintrenses, e recuperámos a tradição de celebrar a passagem de ano no concelho”.
O balanço inclui também momentos institucionais que considera relevantes, como a receção ao novo Presidente da República, António José Seguro no Palácio de Queluz, a participação no Conselho de Ministros realizado em Sintra e reuniões com ministros e secretários de Estado para discutir projetos para o concelho. Além disso, foram iniciadas obras em escolas, apoio aos bombeiros do concelho, e realizadas reuniões com clubes desportivos, associações culturais e empresários para “juntos projetar o futuro”, mesmo perante as dificuldades provocadas pelo mau tempo, em Sintra e no pais, “não baixamos os braços”.
Marco Almeida termina refletindo a percepção dos cidadãos: “Foram 100 dias em que ouvimos várias vezes que se fez mais neste período do que em 12 anos com o antigo executivo. É uma frase que custa ouvir, mas que reflete o sentimento de muitos Sintrenses”, conclui o presidente da Câmara de Sintra.









